Produtores de leite já tem robôs nas propriedades rurais

A produção de leite é uma atividade essencial na composição da renda de milhares de propriedades rurais no sul do País. Sua perpetuação depende, em grande parte, da incorporação de tecnologias eficazes e sustentáveis. Essa preocupação estará em debate no mais qualificado e respeitado seminário técnico e mercadológico do setor – o Interleite Sul 2019 – programado para os dias 8 e 9 de maio, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó, cujo tema central será “Qual será o próximo salto do leite?”

O CEO da AgriPoint (realizadora do Interleite Sul) Marcelo Pereira de Carvalho antecipa que o seminário tem como princípio apresentar as principais mudanças que estão ocorrendo na cadeia, as tecnologias no campo e a aproximação entre indústrias e produtores. Ele observa que um exemplo de atualização em tecnologia de manejo são os investimento maciços que os produtores sulinos fazem no sistema Compost Barn, que permite maior controle da produtividade e do manejo, bem como aumento da produtividade por vaca e por fazenda.

Iniciado nos Estados Unidos da América o Compost Barn consiste em um sistema de criação intensiva de bovinos leiteiros. Seu objetivo é melhorar o conforto animal e, consequentemente, trazer benefícios ao sistema de produção. O Compost Barn é um sistema muito promissor que continuará em expansão. Envolve forte interação entre o manejo de cama, a lotação animal, a interação com as condições climáticas e equipamentos de ventilação, reposição de material, dentre outros. O sistema, por outro lado, exige investimentos e pode incorrer em custos extras que, caso não sejam bem trabalhados, podem colocar o produtor em dificuldade.

Outro aspecto revelador da atualização tecnológica é a automação. Há quase uma centena de robôs instalados no país, a maioria no Sul. A ordenha robótica permite melhor qualidade de vida, contribui para a questão da falta de mão de obra e para o interesse dos herdeiros em permanecer, mas também incorre em comprometimentos financeiros. “Mas não é uma solução para todos”, esclarece Marcelo.

Esses temas estão na pauta do Interleite Sul. Os principais painéis abordarão economia e mercado; estratégias de negócio para viabilizar o produtor de leite familiar; obtendo o máximo da produção de silagem; otimizando o investimento na propriedade leiteira para ganhar dinheiro; conforto e bem-estar animal e um olhar sobre o novo.

PROGRAMAÇÃO/INSCRIÇÃO

A programação está disponível no site Interleite Sul, através do qual também é possível garantir a inscrição. Basta acessar http://www.interleite.com.br/sul/ . O segundo lote de inscrições é válido até o dia 20 de abril e traz preço exclusivo com 20% de desconto: estudantes pagam 200 reais e profissionais, 312 reais.

 

fonte MB Comunicação

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